Enviado em 23-09-2008
Escrito Sobre (Carreira) por Thayani Conaggin

Trabalho no Exterior: Elaboração de Currículo (Parte 2)

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Olá! Se você está interessado na elaboração de currículo especificamente para trabalho no exterior, esse artigo refere-se à segunda parte das dicas. Você poderá verificar a primeira parte clicando aqui. Portanto, aqui vão as dicas para as seguintes seções do currículo:

Seção “Conhecimentos Adicionais (Idiomas)”: Lucky me! Se a sua profissão é analista de negócios e não desenvolvedor, os entrevistadores com certeza vão exigir muito mais do seu inglês que deverá ser fluente, eu disse REALMENTE fluente, não como geralmente fazemos no Brasil: “ah, meu inglês é upper-intermediate, então vou colocar fluente no meu currículo” - não adianta - a profissão de analista exige muito da comunicação e um “embromation” não vai funcionar, pelo menos aqui na Inglaterra que já vi pessoas serem cortadas pelo rápido primeiro contato no telefone, e eu nem achava o inglês delas inadequado para analista de negócios. Em compensação, para os desenvolvedores, a exigência aparentemente não é muito grande e isso pode ser comprovado pela minha própria experiência: quando fui aceita para trabalhar no projeto em novembro do ano passado aqui em Londres, eu somente havia me comunicado em inglês por aproximadamente quatro meses na Nova Zelândia e isso dois anos atrás!

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Enviado em 15-09-2008
Escrito Sobre (Carreira) por Thayani Conaggin

Trabalho no Exterior: Elaboração de Currículo (Parte 1)

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Olá pessoal, resolvi escrever um pouquinho sobre a minha experiência (não tão vasta, porém, válida) sobre trabalho em TI no exterior. Surgiu o interesse de falar sobre isso principalmente porque, na aula de business english de hoje, todos (independente da nacionalidade) estavam muito interessados no tópico “Currículo para inglês ver…”.

Acredito que a maioria, independente da área de atuação, gostaria de pelo menos ter uma experiência internacional trabalhando no que realmente estudaram ou tem de experiência como profissão. Vejo que as maiorias das nacionalidades acabam em restaurantes, cuidando de crianças, em lojas de departamento e se a profissão deles realmente não é essa, geralmente vivem sonhando com a possibilidade ter um plano de carreira no que realmente são apaixonados por fazer. Portanto, uma primeira etapa seria a elaboração de um currículo mais adequado à realidade no exterior, e é por esse tópico que vou basear esse artigo.

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Enviado em 11-08-2008
Escrito Sobre (Carreira, Tecnologia) por Anderson Camargo

Pressa_Margadona Margadona me ligou cerca de três meses atrás: “Não dava mais para ficar arrastando uma bola de ferro amarrada no meu tornozelo; pedi demissão.” Até aí tudo bem, todo mundo merece ser feliz profissionalmente mas o quê ele não sabia era que existe um grande abismo entre o fato de ser técnico e ser um gerente. O Margadona era gerente…

Quando a gente abre o jornal e lê que vai faltar profissional de TI até 2010 é de fato uma verdade, pois qualquer estatística escolar no Brasil está indicando uma baixa populacional neste segmento, mas, precisamos definitivamente entender que técnico é técnico e gestor é gestor.

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