Foi numa destas noites de aula onde sempre aparece um aluno que pega o professor meio que de jeito com uma daquelas perguntas capciosas que resolvi por procurar pelo Sylvio no dia seguinte. Sylvio é um dos “experts” em Banco de Dados que me auxiliou a entender melhor o que responder.
Acompanhe conosco mais este café com TI:
Anderson -> Sylvio, qual a diferença entre um Administrador de Banco de Dados (DBA) de um Administrador de Dados (DA)?
Sylvio -> Muitas organizações não reconhecem as diferenças essenciais entre administração de dados e administração de bases de dados. Como resultado, existem muitas confusões sobre esses papéis e suas respectivas responsabilidades.
INSTITUTOS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS NO BRASIL
PMI x ABGP
No início do mês escrevi a primeira parte deste artigo, falando sobre os Institutos de Gerenciamento de Projetos no Brasil e as principais diferenças entre eles.
Se você não leu, leia agora clicando aqui.
Vamos continuar agora com a segunda parte do artigo falando sobre as certificações dos Institutos de Gerenciamento de Projetos.
CERTIFICAÇÃO
O PMI oferece 3 tipos de certificação:
A certificação PMP é a mais conhecida e respeitada mundialmente, e é reconhecida pela ISO 9001. Para obter esta certificação é necessário concordar e aderir ao Código de Conduta Profissional disponível no site do PMI e preencher alguns requisitos de educação e experiência:
Nesta semana na aula sobre Gestão de Processo de Qualidade do MBA estavamos discutindo sobre as diversas ferramentas de gestão de qualidade, dentre as varias existentes vimos o chamado Roda de Demming ou Ciclo PDCA mais popularmente conhecido. Nosso professor Dr. Celso Hara com suas excelentes analogias e exemplos citou que este é um tipo de ferramenta que também pode ser aplicada em nossa vida pessoal. Não pude perder a oportunidade de tomar nota e resolvi escrever este artigo.
O profissional que assume responsabilidades na empresa, ou se ainda tem desafios interessantes à frente, em geral está motivado, e realmente não é a hora de ir atrás de novas oportunidades.
No entanto, na grande maioria dos casos, não é isso que acontece. Em alguns momentos, principalmente depois de algum tempo na empresa, o profissional sente a necessidade de buscar novos desafios, seja para ser mais bem remunerado, para assumir novos compromissos ou mesmo para mudar de área.
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Se tem uma coisa em que um desenvolvedor da área de TI não pode ser cobrando é em quanto tempo ele leva para cria algo. O sujeito trabalha com a cabeça e se a mesma não estiver em ordem, fica difícil produzir com qualidade.
Desenvolvedores não são operários que pegam na marreta às 8 horas da manhã e marretam até ouvir o som da sirene às 18 horas, quando então a ferramenta é deixada ao chão para começar tudo de novo na manhã seguinte.
Tem dias em que o cara não está com cabeça para criar nada. Por mais que ele tente, as idéias não vêm, o raciocínio não flui naturalmente, como tem dias que em 5 minutos ele consegue fazer tudo e muito mais. Se o prazo dado em uma atividade é de 10 dias, então deixe o cara desenvolver dentro do prazo, desde que ele não ultrapasse o combinado. Cobrá-lo por resultados antes do tempo só servirá para atrapalhar a sua produção.
INSTITUTOS DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS NO BRASIL
PMI x ABGP
Atualmente, a área de gerenciamento de projetos está em alta no mercado. As organizações com o intuito de se destacarem em seus mercados de atuação, vêem essa área como diferencial estratégico, pois acreditam que os profissionais de projetos são capazes de otimizar processos, gerenciar pessoas e equipes, controlar custos, monitorar prazos e cronogramas, tudo isso dentro de uma perspectiva de qualidade estabelecida pela organização.
Com a valorização destes profissionais, surge uma dúvida dentro da comunidade de gerenciamento de projetos:
Por qual instituição deverei me filiar? Por qual guia deverei buscar informações sobre boas práticas de gerenciamento de projetos? Por qual instituição devo me certificar?
Trabalho no Exterior: Elaboração de Currículo (Parte 2)
Olá! Se você está interessado na elaboração de currículo especificamente para trabalho no exterior, esse artigo refere-se à segunda parte das dicas. Você poderá verificar a primeira parte clicando aqui. Portanto, aqui vão as dicas para as seguintes seções do currículo:
Seção “Conhecimentos Adicionais (Idiomas)”: Lucky me! Se a sua profissão é analista de negócios e não desenvolvedor, os entrevistadores com certeza vão exigir muito mais do seu inglês que deverá ser fluente, eu disse REALMENTE fluente, não como geralmente fazemos no Brasil: “ah, meu inglês é upper-intermediate, então vou colocar fluente no meu currículo” - não adianta - a profissão de analista exige muito da comunicação e um “embromation” não vai funcionar, pelo menos aqui na Inglaterra que já vi pessoas serem cortadas pelo rápido primeiro contato no telefone, e eu nem achava o inglês delas inadequado para analista de negócios. Em compensação, para os desenvolvedores, a exigência aparentemente não é muito grande e isso pode ser comprovado pela minha própria experiência: quando fui aceita para trabalhar no projeto em novembro do ano passado aqui em Londres, eu somente havia me comunicado em inglês por aproximadamente quatro meses na Nova Zelândia e isso dois anos atrás!
Segundo Jean Paul Jacob nós estamos entre o mundo real e o virtual; na era da economia baseada em serviços, estar nesta região da intersecção pode representar um grande diferencial para a inovação e conseqüentemente para o futuro profissional.
Durante o IBM Fórum 2008 que aconteceu esta semana em São Paulo, Jean Paul fez questão de frisar que o futuro está na colaboração (sua apresentação pode ser encontrada no Second Life).
Os elos desta colaboração estão enlaçados pelos Jogos 3D, Arte & Entretenimento, Redes de Relacionamento, Medicina & Saúde (finalmente o mundo acorda para esta frente), Sensores e Computação nas Nuvens (da Internet).