Esta semana, Mike Nash – vice-presidente de gerenciamento de produto Windows – anunciou que o codinome para a próxima versão do seu sistema operacional, Windows 7, será mantido como nome oficial do produto.

É incomum a Microsoft usar o codinome do sistema operacional como seu nome oficial. Entre os codinomes de sistemas operacionais, a Microsoft já usou termos como “Chicago” para o que viria a ser o Windows 95, “Memphis” para o Windows 98, “Whistler” para o Windows XP e “Longhorn” para o Windows Vista.

Segundo Nash, a companhia ficará com o nome por sua simplicidade. “Simplesmente, esta é a sétima versão do Windows, o que faz com que ‘Windows 7′ tenha bastante sentido”, escreveu no blog do Windows Vista.

O argumento gerou uma sucessão de contestações e muitas teses de que o novo Windows deveria chamar-se 6.1 ou 9 ou 10 se o critério fosse o número de versões do sistema operacional mais popular do mundo. Em seu blog, Nush conclui que, por critérios técnicos, o sucessor do Vista deveria chamar-se mesmo 6.1. Mas é claro que a Microsoft não vai usar um nome sem apelo como estes, diz Nush. Por isso, a companhia decidiu pelo número sete.

Não vejo problema nenhum em uma empresa escolher o nome que quiser para seu produto. Mas a reação da comunidade de TI e de sites especializados sobre o assunto foi tão grande que não poderia deixar de comentar. Não sei se é falta de assunto ou audiência exagerada, mas deixem a porcaria do nome do produto quieto!

Daqui a pouco esse Windows será a versão mais “BlaBlaBla Edition” a ser lançado.

Fontes:
IDGNow, Info


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Comentários

Rafael em 20 de outubro de 2008 as 13:10:39 #

Espero que a microsoft faça um bom trabalho e supere o fracasso do windows vista. Jamais trocarei meu xp sp3 pelo vista. Espero que o win 7 seja melhor

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